A Escola Municipal Dr. Orlando Nigro, em Cuiabá, foi cenário de um estupro coletivo

 

Uma mãe denunciou que o filho de 9 anos foi vítima de estupro coletivo de cinco colegas dentro do banheiro da Escola Municipal Dr. Orlando Nigro, localizada no Bairro Pedregal, em Cuiabá.

 

O caso foi registrado na Polícia Civil no último dia 17, mas a criança já estaria sofrendo o abuso desde agosto.  A mãe da vítima descobriu após ele reclamar de dores na região do ânus. 

 

De acordo com o boletim de ocorrência, os suspeitos, que a mãe da vítima acredita ter em torno de 12 anos, esperavam o menino ir ao banheiro para cometer o ato infracional.

Eles o abusavam inserindo lápis e pênis em seu ânus, e também tentavam obrigá-lo a fazer sexo oral. 

Os suspeitos o ameaçavam, dizendo que ele seria agredido se contasse algo para outras pessoas. A mãe da vítima acredita que o seu filho não foi a única vítima.

Em nota, a Prefeitura disse que acionou o Conselho Tutelar e está tomanda todas medidas cabíveis. Leia: 

A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Educação vem a público esclarecer informações referentes ao fato recentemente noticiado envolvendo um estudante da rede municipal de ensino. A gestão trata o caso com máxima seriedade e reitera que foram adotadas todas as medidas cabíveis para garantir a proteção integral da criança, além de colaborar ativamente com as investigações conduzidas pela Polícia Civil.

 

A linha temporal do caso demonstra que a mãe do estudante registrou o boletim de ocorrência no dia 17 de novembro e, no dia 18 de novembro, compareceu à escola solicitando a transferência da criança. Nesse momento, ao ser questionada pela equipe gestora sobre os motivos, relatou o suposto caso de violência. 

 

Diante da gravidade do relato, a unidade escolar acionou imediatamente o Conselho Tutelar, comunicou a situação à Secretaria Municipal de Educação e encaminhou o caso a Rede Protege, seguindo os protocolos de proteção. Em 24 de novembro, a direção foi oficialmente requisitada pela Polícia Civil a fornecer documentos e as imagens do circuito interno referentes ao dia 28 de outubro. Desde então, tanto a escola quanto a Secretaria têm colaborado integralmente com as autoridades responsáveis pela investigação.

 

A Prefeitura reforça que todas as informações foram encaminhadas à Polícia Civil, que conduz as apurações sob sigilo legal, e que nenhum dado sensível ou que possa expor crianças será divulgado.

A pasta reafirma seu compromisso absoluto com a proteção de todos os estudantes e seu repúdio a qualquer forma de violência dentro ou fora do ambiente escolar. A Secretaria permanece à disposição das autoridades, colaborando para o pleno esclarecimento dos fatos, sempre respeitando a mãe e sua preocupação, mas também observando as informações técnicas e os registros formais que compõem a investigação.

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